1. A pesquisa é um problema de representação de marca.

    A posição é um sintoma. Aquilo que um motor de busca ou um sistema de IA publica sobre si é uma descrição do seu negócio, montada a partir de provas que talvez nunca tenha escolhido.

  2. Um bom GEO assenta num bom SEO.

    Os sistemas de IA vão buscar ao que já é rastreável, estruturado e confirmado. Não há um caminho paralelo que salte os fundamentos.

  3. As prioridades contam mais do que o volume de actividade.

    A maioria das equipas já está ocupada. A questão é qual das coisas que podem fazer move de facto a posição que ocupam no mercado.

  4. Uma boa auditoria dá prioridades claras, não uma lista de tarefas mais longa.

    As conclusões são baratas. Uma auditoria justifica-se quando diz o que fazer primeiro, o que ignorar e porquê.

  5. Estratégia sem execução acompanhada é vaidade.

    Um plano que ninguém assume, financia ou sequencia é um documento. O trabalho está em manter as decisões depois de o entusiasmo passar.

  6. Dizemos o que pensamos, mesmo quando a resposta é «faça menos».

    Por vezes a recomendação honesta custa-nos facturação. Preferimos ser úteis a estar contratados.

  7. Sem hacks. Sem conteúdo por conteúdo.

    O que funciona por explorar uma falha tem prazo de validade. Construímos aquilo que continua verdadeiro depois de a falha fechar.

Comece pelo que o mercado consegue ver.

Uma conversa basta para perceber se existe uma distância que vale a pena fechar.