O que significa

O SEO internacional é o trabalho de tornar uma única empresa legível em vários mercados ao mesmo tempo: que sinais de língua e de região envia, se esses sinais concordam entre si, e se um motor de busca em Madrid, Tóquio ou São Paulo consegue perceber que versão do seu site deve mostrar. É, sobretudo, trabalho estrutural. Falha em silêncio, e falha nos mercados a que menos presta atenção.

Porque importa

Os sites com vários mercados quebram de formas que ninguém nota a partir da sede. Os grupos de hreflang perdem as ligações de retorno depois de um redesenho. Uma subpasta de país é publicada sem os seus alternates. O mercado com a equipa mais pequena fica com o conteúdo mais desactualizado, por isso posiciona-se pior, por isso recebe menos investimento. Quando aparece num número de facturação, a causa já vai duas migrações para trás e já ninguém a consegue reconstruir.

O que está na sua mão

Na sua mão
A sua estrutura de mercado, o seu hreflang e canonicals, que mercados recebem conteúdo original, e as verificações na compilação que impedem tudo isto de derivar.
Fora da sua mão
Que versão um motor de busca acaba por mostrar, e quão bem os concorrentes locais já respondem à mesma pesquisa na própria língua.

O que fazemos

  • Auditar os sinais de língua e região que envia hoje: a reciprocidade do hreflang, o x-default, a concordância dos canonicals, e onde o sitemap e as páginas se contradizem.
  • Decidir a estrutura de mercado: subpastas, subdomínios ou domínios de país, e quanto essa escolha custa a manter.
  • Estabelecer que mercados merecem conteúdo original e quais merecem tradução, com base no que cada mercado pesquisa de facto e não no tamanho da equipa.
  • Construir as verificações que impedem a deriva, para que a correcção seja imposta pela compilação e não por quem se lembrar.

Verificável nesta página

Este site corre em seis idiomas. Cada grupo de hreflang é gerado a partir de um único registo de rotas que também gera o sitemap, por isso os dois não podem discordar. Os alternates só são emitidos para as línguas que têm mesmo a página, os artigos que existem apenas em inglês não têm alternates inventados, e a compilação recusa-se a terminar se faltar uma única chave numa tradução. Veja o código-fonte de qualquer página daqui e confirme.

Como usamos o framework

As três realidades aplicam-se por mercado. Uma empresa pode ter um Digital Reality Gap pequeno em casa e um largo no Japão, porque a Realidade da internet se monta a partir de fontes locais, na língua local, por sistemas que nunca viram o site em inglês.

Ver o framework completo

Perguntas frequentes

Subpastas, subdomínios ou domínios de país?

Subpastas para quase todos. Herdam a autoridade de um único domínio e custam menos a manter. Os domínios de país só se justificam quando há entidades legais separadas, equipas separadas e contas separadas, e não antes disso.

Precisamos de traduzir tudo?

Não, e tentar fazê-lo é como os sites com vários mercados se tornam impossíveis de manter. Traduza o que o mercado pesquisa. Deixe o resto na língua original e diga-o na página, o que é mais honesto do que uma tradução automática que ninguém reviu.

Como sabemos que está a resultar?

As impressões por país na Search Console, e se a página certa se posiciona no mercado certo. O tráfego total esconde um mercado a receber a língua errada, que é a falha que vale a pena apanhar.

O que não está a funcionar como devia?

Diga-nos o que quer melhorar. Dizemos-lhe por onde começaríamos.